
Saio e sinto o perfume da dor
Exalar se meu corpo ferido
e descrente do mundo
sem conseguir enxergar
o horizonte profundo
Da árvore sou o galho que cai
com a ventania
Da vida o que me resta ainda é a poesia...
Pensamentos pulsam sem parar
vida e morte são as gladiadoras da minha existência
Há momentos que perco a consciência
Há momentos que minto pra mim mesma
que a vitória final é agora
porém na persistência
Sei que tenho em minhas um grande poder
Que me renova a cada amanhecer...
Márcia Garcia de Carvalho 05/11/11
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