A AURORA DA MANHÃ
Na aurora de uma nova manhã;
Minhas lágrimas orvalhadas;
Caem em meu ser, como um rio espelhado;
E em suas margens;
Surge o passado em meu ser;
Que vê em todos os lugares;
O misticismo do viver;
Em antigos lares;
A emanarem uma bela poesia;
Impressa em folhetins;
Que me conduz ao jardim;
Onde paira a boemia;
E livre danço;
Embalado por uma suave canção;
Canção da imensidão.
Na aurora de uma nova manhã;
Busco no interior de minha existência;
O sentido de existir;
E a magia de sorrir.
Na aurora de uma nova manhã;
Busco no interior de minha existência;
O sentido de existir;
E a magia de sorrir.
Na aurora de uma nova manhã;
Sonho acordada;
E encontro olhares distantes;
E em meu ser enlouquecido;
Louco pelo esquecimento;
De antigos presságios que me atordoam;
E antigas vozes que ecoam.
Na aurora de uma nova manhã;
Meu ser está banhado pelo sangue;
De meu existir que impede-me de sonhar;
Tenho pesadelos, e sufocada estou a gritar.
Márcia Garcia de Carvalho
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