sábado, 11 de abril de 2009

De volta as sombras

Num jardim sem flor mora meu coração,
Túmulos em meio a passagem do tempo
E eu novamente vivendo o reverso da dor
Surto e na solidão
O desespero é um fantasma
Que confisca minha alma
Conduzindo-a as sombras
Sombras do que sou
Imagem distante da criança que fui
Deserto em mim
Desalento
Devaneio
Sangue e suor
Soluços,
E o adeus...

Nenhum comentário: