Gaivota Branca
Voam gaivotas brancas,
Brancas gaivotas voam,
Pelas ruas do infinito
Valseando a um som outrora
inexistente
Vencendo as barreiras da existência,
E a loucura da inconseqüência
Voam tristes gaivotas,
Tristes gaivotas voam;
Algumas gaivotas caem
Caem tristes gaivotas,
Caem como uma estrela
em chamas,
E uma folha morta.
Caem tristes gaivotas,
Sem vencerem
Às barreiras do viver,
Levantem-se gaivotas,
Pois, novas barreiras virão ao amanhecer
E novos sonhos renascerão
Então, não mais serão tristes gaivotas,
O céu azul será como um ponto de luz do infinito
e, no alto do céu voarão,
Cada dia mais, rumo a uma nova existência.
Márcia Garcia de Carvalho
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